terça-feira, 2 de agosto de 2016

Olimpíada prostituta

Ai, socorro, que alguém me tire deste mundo louco. Tanto se falou e tanto se fala e essa Mídia traiçoeira divulga e divulga as mentiras de um evento que atrai e tanto trai quem é do país da vaziolândia e inclinado para as superfluidades da vida como ela própria já está sendo supérflua e vazia. Não me conformo de ter-me deixado enganar, por ter estado distraído e não ter percebido que as olimpíadas não são apenas para as competições esportivas. Quando com alegria do sucesso noticiaram que logo no início da distribuição de camisinhas já haviam distribuído trinta mil e que a expectativa seria para distribuir trezentas mil delas, me veio à lucidez de perceber que a tal de Olimpíada também é a Olimpíada das fodas (risos).

Lembro-me de antigamente de quando não se usava a palavra “transar” quando se falava sobre sexo. Usava-se a palavra “meter” e as crianças não podiam repetir essa palavra porque poderiam levar tapas na boca. Também, meter só era permitido depois do casamento. Meter antes do casamento era pecado e a mulher, a noiva, ela não podia se casar vestida de branco. Era uma vergonha para os pais da noiva se ela havia metido antes do casamento (risos). Agora não! Aquela que não meteu antes, ou é antiquada ou é burra. Lá nas Olimpíadas não terão noivas para a “meteção” (risos). O sexo poderá ser antes ou depois de se fazer amizade. Os participantes dessa modalidade “metetiva” poderão praticá-la antes ou depois de se tornarem conhecidos, tanto faz. Milhares de camisinhas parecem que estão a convidar “venham para a “zona da libertinagem” mais esportiva das olimpíadas”. Escrevi por aqui palavras feias como “fodas e meter”. Alguns irão me criticar por isso. Cem vivas à hipocrisia. A deturpação pública e até da governamental já é parte do bem comum. Não se deve ir contra ela, pois, os ingênuos coniventes com ela a defendem.


                                                                                     Altino Olimpio