quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Desejos, apenas desejos de desejos

Nesses dias de Natal e de fim de ano, pessoas se preocupam com quem possa ficar sozinho nestes dias como se isso fosse “o fim do mundo”. Nessas ocasiões, muitos ficam querendo levar muitos para onde muitos não querem ir, porque, muitos já viram muito do que puderam ver e como tudo é um dejavi muitos não mais querem ir, porque pra muitos deles, por causa de suas idades avançadas nada mais tem graça (risos). Ainda persiste o costume de todos desejarem a todos um feliz Natal e um ano novo repleto de realizações. Lembrando, se todos tivessem o poder de fazer acontecer o que desejam para outros, já há muito tempo “teria ido para o espaço” o partido político e quase todos os políticos que estão no governo deste país. Para isso poderemos “desejar o tanto e o quanto quisermos” e de nada vai adiantar. Parece que nesta época nem nas urnas esse desejo se concretiza. Então, o desejar é eficiente só no desejar. Na verdade, se as pessoas tivessem sucesso na realização do que desejam para outros, claro que, também iriam desejar para si mesmas, ou, só para si mesmas (risos). Eu quando era criança não sabia o quanto são crianças os adultos. Eles não vivem de realidades. Então, que dizer daqueles de sempre “sempre enganados” naqueles desejos de sonhos a serem realizados para o ano novo através de “simpatias” da época, tão infantis quanto ridículas? Para o próximo ano novo (já tão velho de tanta besteira acumulada) a “onda” é o uso de roupa amarela para quem quer ganhar dinheiro sem ser político. Atualmente isso é quase impossível. É incontável a quantidade de pessoas que no final do ano passado receberam de outros os desejos para que elas tivessem um feliz Natal e um ano novo repleto de felicidades. Quantas delas ficaram desempregadas, quantas estão sufocadas com dívidas, quantas sofreram acidentes graves, quantas perderam suas casas nas enchentes, quantas perderam seus filhos ou seus pais em acidentes ou assassinatos e etc. e mesmo assim, essas pessoas que sofreram tais danos irreparáveis, acreditem ou não, também elas ao se encontrarem com outras lhes desejarão “feliz ano novo” como se seus males passados nada tivessem tido a ver com o “feliz ano novo” irrealizável que anteriormente lhes desejaram. E assim a vida continua. Ainda bem. Que seria de nós todos se nada nos desejassem? Quanto a mim penso que morreria.

                                                                                       Altino Olimpio



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

A alma sob dúvida


Às vezes me lembro dos livros Pré-Socráticos e como gostei das reflexões daqueles filósofos de tempos tão remotos. Do pós-Sócrates temos de Platão, seus conhecidos livros como, Fédon, O Banquete, A Republica e Fedro.  Fédon, que retrata a morte de Sócrates tem como tema a imortalidade, conforme ele declarava. Para isso, acreditava então na existência da alma. Mas, na época dele “não existia como hoje existe bem mais avançada”, a ciência fisiológica das funções próprias de cada órgão dos seres vivos para melhor poder raciocinar sobre o tema em questão. Sócrates para aquelas suas constatações “esotéricas” sozinho deve tê-las criado em sua mente devido as suas reflexões sobre a vida, sobre a morte e sobre o destino dos homens a serem mortos e esquecidos. Para isso tinha muito tempo. Suas ainda teorias sobre a alma e sua imortalidade triunfaram no se espalhar para a humanidade. Hoje temos religiões para o “elucidar” das pessoas sobre suas almas e seus comportamentos, para elas terem continuidade merecida na imortalidade.   Para Sócrates e para quem é igual em suas idéias, bem depois dele outro filósofo, Aristóteles, se me lembro, ele disse o seguinte: “Tudo que constitui os seres encontram-se nos próprios seres e não o transcendem”. Explicando, as conclusões de Sócrates sobre a alma e a imortalidade, elas mentalmente tão só estariam nele e para ele sem ter conotação lógica externa.  Se alguém acreditasse existir homens com dez pernas, isso seria imanente em quem acreditou e nunca lhe seria transcendente. Claro, não haveria correspondência externa. A constituição humana tendo o cérebro, neurônios, sistema nervoso e tudo o mais, mais são e estão para a manifestação da consciência. Ela estando no corpo parece ser independente dele, isto é, sendo dele, mas não sendo ele. Assim, a consciência é entendida como sendo a parte espiritual do corpo, sua alma. O que também corroborou com essa idéia de sermos duplos, duais com corpo e alma, pode ter sido a incidência dos sonhos. Neles o homem se via em outros lugares enquanto dormia. Parecia que sua parte imaterial se desprendia de sua parte material. Daí o pensar ser-lhe principal sua parte invisível, inclusive tendo ela a “fisionomia espiritual” igual à fisionomia do corpo material.  Conforme acreditava o Sócrates, na morte do corpo a alma continuava a existir sem ele. Entretanto, se todos os atributos humanos como o pensamento, a imaginação, o raciocínio, a memória, os sentimentos, as emoções e etc. são aceitos como sendo da consciência, esta também pode ser aceita como sendo a alma ou função dela. Contudo, como já “dito”, pra existir e se manifestar “a consciência necessita de órgãos como o cérebro, neurônios, sistema nervoso e tudo o mais” para se sustentar. Na morte sem esses meios para se sustentar, se manifestar, a consciência desaparece, ela também morre. A alma, então, também não sobrevive se ela e a consciência forem unas, sinônimos. Porém, existem outras atividades no corpo humano que são ocultas. Estas são a atividade da digestão dos alimentos, a atividade do batimento do coração e da circulação do sangue, a atividade do manter da temperatura interna e entre outras, a atividade da cicatrização com memória para a recomposição de como eram antes os locais afetados por lesões aparentes, internas ou externas. Subconsciente é o nome utilizado como referência para essas atividades ocultas. Também ele foi subentendido como sendo a alma. O homem é consciente quando está desperto, é subjetivo quando está a pensar, lembrar, imaginar, raciocinar, mas, adormecido ou desperto, ele é inconsciente de seu estado subconsciente que é ininterrupto no manter ativa a vida em seu corpo. A morte que é a dissolução do corpo, ela é o decompor dos átomos e dos elétrons que antes o comportavam.  Como e qual seria a parte da constituição humana que sobreviveria para compor a alma para sua imortalidade? Que cada um ao refletir sobre isso tenha a sua conclusão e que não seja ela influenciada pelo muito que desde criança ouviu sobre a existência da alma no homem e de sua eternidade. A alma sempre fez parte do nosso condicionamento e por isso, duvidar da existência dela para muitos é impensável. No entanto, para quem gosta de pensar mesmo com o que lhe possa contrariar, este texto poderá estar a lhe agradar.

                                                                                             Altino Olimpio


Se todos fossem indio por um dia...


Na paz do entardecer ao ouvir a música “Índia”, guarânia que foi famosa, ela me fez refletir sobre a diferença do viver entre os índios e os homens “civilizados”. Ao ouvir a música e repetindo-a para mais puxar da memória imagens e fatos indígenas vistos no cinema, isso aguçou minha imaginação e com ela “viajei” até o local de uma tribo qualquer. Cheguei lá à noite sob um luar de lua cheia. Naquele espaço descampado com a selva ao redor, circulei acompanhando o círculo das tendas que estavam ao redor de uma fogueira ainda em brasa e esfumaçando. Pareciam ser bonitas aquelas tendas, iguais as já vistas em filmes. Naquele silêncio parecido ser divino, às vezes se ouvia o canto da coruja e de outras aves noturnas. Quando uma nuvem encobria a claridade da lua, mais se destacavam as estrelas. Circunstância forçosa no provocar reflexões e elas vieram. Emocionaram-me por me sentir tão pequeno, tão fugaz diante da imensidão e por saber que nunca iria saber dos seus mistérios e nem dos mistérios da vida. Nessa insignificância sentida até havia me esquecido de onde estava. Entretanto, ao amanhecer na tribo fiquei vendo os índios em suas simples tarefas diárias. Por séculos e séculos parece que sempre foram iguais. Vivendo em tendas, caçando, pescando, se alimentando também de frutas, de milho e de mandioca. Vivendo em suas tendas nenhuma tinha escritura de propriedade e nem o solo por onde pisavam. Viviam na liberdade do ir e vir. O ter e o ser eram conceitos que não lhes existiam. Respeitavam a natureza como lhes sendo a doadora de tudo o que necessitavam. Pareciam viver em harmonia e sem disputas no lema “índio não explora e não mata índio”. Talvez até estes dias eles mantivessem seus estilos de vida rudimentar sem
o conforto, sem o progresso, sem a modernidade com a ciência e a tecnologia conforme nós hoje as conhecemos e usufruímos. Verdade, os índios foram ingênuos e supersticiosos ao acreditarem como sendo deuses o sol, a lua, o raio, o trovão e etc. Teriam sido mais ingênuos e supersticiosos do que os homens tidos como civilizados que se abstraem com invisibilidades divinas tendo-as como suas benfeitoras e protetoras? Tais invisibilidades estariam também a julgá-los e castigá-los pelas suas faltas cometidas contra elas? Sobre quem seria mais ingênuo, se os índios ou os “civilizados”, esta comparação deveria estar a provocar reflexões. Mas, com a imaginação ainda atuante sobre os índios, imaginei como seria este país apenas com a existência deles e sem a nossa. Nenhuma poluição existiria. Nenhuma criatura da fauna teria ameaça de extinção. Nenhum desmatamento existiria. Assaltos, assassinatos e estupros, talvez, também não. Política contendo políticos falsos, ignorantes e corruptos que envergonham e decepcionam a raça humana, também não existiriam. Não existiria um poder administrativo geral, um só governo, pois, cada tribo a si mesmo se administraria. Ninguém precisaria ir pra escola e sofrer por causa do estudo da matemática (risos). Não existiriam os “escolhidos” por Deus para contar lorotas do outro mundo (risos). Futebol só seria permitido entre os canibais que chutariam pro gol uma cabeça decepada de algum selvagem de outra tribo rival (risos). Não haveria lixões, não haveria água encanada e nem falta d’água, não haveria motéis, não haveria passeata gay, não haveria novelas, não haveria roupa para comprar ou vender, não haveria... Tanta coisa não existiria, mas, o leitor também pode se lembrar do que mais não haveria se este país só fosse habitado por índios pelados... Nudistas (risos).
Por que será que “me deu na telha” de ouvir aquela música “Índia” nesta tarde tão promissora para “afiar ou amolar” a minha cultura. A música me provocou o devaneio e me vi no imaginar dos índios em seus costumes corriqueiros. Ah, também vi mandiocas e me lembrei de nossa presidente.


                                                                                 Altino Olimpio

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Infância, Juventude, maturidade e velhice


Faz muitos anos que aqui cheguei
Não me lembro de quando abri os olhos
Ainda não havia consciência
Pensamento também não havia
Foram muitos dias sem ser e sem saber
As imagens que eu apenas percebia
Não havia como distingui-las
Nada na memória para compará-las
Por isso no início eram confusas
Onde eu estava ou onde ficava
Era apenas um estar e ficar
Ainda não me existia o me importar
Não sabia como sabia chorar
A reclamar pelo querer mamar
Todo aquele nada de entender do que via
Desaparecia no sono que era incontrolável
Mas controlava o fechar dos meus olhos
E eu por muitas vezes sorria dormindo
Saber do que ou do porque do sorriso
Isso sempre foi incógnita e mistério
Quando no meu engatinhar era o alegrar
Para outros rirem me vendo engraçado
Depois nas tentativas de me levantar
De me equilibrar para poder andar
Sempre cambaleava ao ir até aos braços
De quem me amava e me amparava
Eram sorrisos e gritinhos na felicidade
Pueril vivida sem saber que era felicidade
Foram tempos sem contratempos
Na pureza da inocência criança ingênua
Mas o tempo sempre sem nunca pausar
Ele não é de parar e nem de amparar
Independente alheio de tudo segue seu curso
Não está a existir para servir de recurso
Naquele tempo de uma parte do tempo infinito
Vim a nascer e ser uma criança a crescer
Na infância o mundo era tão grande
Eu me via tão pequeno iluminado pelo sol
As noites eram muito escuras se não tinham lua
Eram de penumbra quando havia o luar
Foram encantos os pisca-piscas dos pirilampos
Na juventude a procura era por emoções
Sem saber que muitas seriam apenas de ilusões
Gostava-se de alguém pensando ser para sempre
Mas o destino interferia e tudo desfazia
A juventude era muito bem vivida
Antes de surgirem às responsabilidades da vida
Elas chegaram com a maturidade de ser adulto
Nessa fase tudo transcorreu como capítulos
Foram alegrias decepções perdas e tristezas
Sendo a fase da vida mais sujeita às implicações
Infância juventude e maturidade viajaram rápido
E desembarcaram nesta minha estação das recordações
Ela que é a estação final das aventuras e ilusões
Neste mundo de agora ausente das atrações de outrora
Pra quem ano a ano considera sem graça os cotidianos
No parecer que o mundo é divertido pra quem é iludido
Tolerando o constante desenfrear da decadência humana
Existente sob o céu azul anil neste gigante que é o Brasil
Para a velhice os presentes são sem futuro
Todos os dias parecem iguais e vazios de interesse
Os fatos diários logo somem da memória
Perdem na importância para os do pretérito
Eles sem querer sempre aparecem e reaparecem
Se agradáveis de lembrar eles são saudades
Se forem indesejáveis eles torturam a mente
Felicidade mesmo só a de quando criança
Quando como criança sem transtornos se vive a vida
Na velhice quando o velho para andar está a se apoiar
Pouco está a escutar e menos está a enxergar
Com a perda de energia a lhe dificultar
Mais ele vive por viver sem ter o que esperar
Até quando a morte chegar e a vida lhe acabar
Assim a morte é na vida o terminar dela
Para o retorno de o nada ser que se era

                                             Altino Olimpio











































quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

A dança da vida



Hoje desceu sobre mim a nostalgia dos ausentes. Faz tempo que não vou a um baile. Então, me imaginei frequentando um no lugar onde nasci e vivi. Sozinho, sentado junto a uma mesa e ouvindo musica executada pela orquestra do baile, vendo os casais “presentes” contentes a dançar, meus pensamentos ficaram procurando pessoas que nunca mais havia visto. Na imaginação vi a dançar muitos casais do passado. Alguns amigos e amigas que também nunca mais havia visto vieram conversar comigo e até falaram que aparentemente quase nada mudei. Devolvi a gentileza mentirosa dizendo-lhes o mesmo. Muitos amigos e conhecidos que já se foram deste mundo, também os vi no baile dançando na minha imaginação. Na minha juventude a moda era beber “cuba libre” (coca-cola com rum) fumar cigarro de filtro e dançar de rosto colado com as moças cheirando a fixador laquê pelos cabelos. Não era difícil se apaixonar por uma delas. Depois do baile sempre uma ficava no meu pensamento até antes de adormecer. Casais de enamorados daqueles bons tempos também a dançar vieram para prestigiar minha imaginação, agora, já na tristeza da saudade. Alguns depois de se casarem deixaram de comparecer aos bailes e suas faltas foram sentidas. Minhas namoradas que se casaram com outros também estiveram presentes com seus maridos. Muito dançaram parecendo esquecidas que eu existo, ou que eu já havia existido para elas. Mas, na minha imaginação do baile até me esqueci de “tirar” alguma moça jovem bonita e perfumada para dançar. Agora retornando a realidade deste presente, quem nasceu e viveu num lugar pequeno é quem mais tem lembranças sobre seus conterrâneos, ainda vivos ou mortos. Sim, quase todos se conheceram e frequentaram os mesmos lugares, como o clube local, o cinema, a mesma igreja e etc. Na dança da vida, o ritmo dela é mutação. Pra muitos é difícil dançar nesse ritmo e por isso muitos se recolhem em seus lares e assim até se ausentam dos demais. Bolero, samba, samba canção, rumba, mambo e valsa foram o romantismo e a alegria que emocionaram os participantes dos bailes de outrora. Não mais sei como são os bailes de hoje. Não sei se ainda despertam aquelas mesmas emoções.  


                                                                                           Altino Olimpio   

Amoras pisadas


Naquela saudosa rua de terra
Sob a sombra daquela amoreira
Que se sobressaia do quintal daquela casa
E que se alastrava por sobre a rua...
Quando perambulando por lá cheguei
Olhei para cima e vi sabiás que espantei.
Naquele chão manchado por amoras pisadas
Não ouvi ruídos de pisadas se aproximarem
Até quando saindo de minha distração
Eu vi passar aquela de quem hoje lembrei.
Ela nada disse ao apenas me dedicar um sorriso.
Naqueles momentos na sombra da amoreira
Na dispersão dos pássaros causada por mim
Na passagem dela pelo chão pigmentado de roxo
Das amoras caídas ao abandonarem seus ramos
Isso tudo era a vida tendo seus momentos
E também eu tendo tais momentos na vida.
Ela é o nosso existir de momentos conscientes
Subsequentes em ocasiões conscientes diferentes.
Hoje em um dos meus momentos de existir
Estive absorto ao olhar pela janela do quarto
Donde dá pra ver o “pé de manga” do vizinho.
O vento esteve balançando seus galhos
E neles todas as folhas muito se remexeram.
Foram instantes em que a natureza se impôs
Soberana no provocar lembranças felizes
Ela trouxe para a minha mente distraída
Aquela rua, aquela amoreira com a sua sombra
Aquele chão colorido de amora esmagada
E aquela moça que silente me viu e me sorriu.
Depois da visão do pé de manga
Inevitável foi a minha curiosidade...
Onde ela estará? Nunca mais tive notícias dela.
Assim é a vida e mais somos recordações
No vazio que muitos nos deixam.

                                                  Altino Olimpio












Brasileiro nunca mente



Na Cidade de Brasília do Brasil onde está o foco das decisões brasileiras, algum tumulto está havendo por causa de um político estar sendo acusado que mentiu numa Comissão Parlamentar de Inquérito. Os tumultuosos devem ser malvados e mal intencionados apenas ao pensarem que algum político possa mentir. Isso seria uma tragédia nacional. Políticos em seus cargos honrosos foram eleitos pelo povo para administrá-lo. O povo brasileiro é o melhor do mundo para distinguir os melhores políticos compromissados com a verdade. E, por isso, nosso povo nunca se sentiu decepcionado com algum eleito que tenha mentido. Existe um político muito respeitado que é criticado por não saber de nada. Ninguém consegue entender que ele, de verdade, de nada sabe, porque, não é dado a fofocas provenientes da elite brasileira. Esse senhor, os melhores cientistas, daqui e do exterior, ainda não entendem porque por todos os cantos se ouve o nome dele. Seria ele um fenômeno a provocar e transmitir tanto amor irrestrito para ser tão querido e tão admirável pela sua inabalável honestidade? Seria ele o melhor expoente da verdade? Seria ele o melhor combatente contra a mentira? Qualquer idiota da Mídia sempre está a falar dele sobre problemas que afetam este país. Ele está sempre em pauta, embora, já tenho cumprido seu dever de elevar o Brasil para os píncaros da felicidade dos brasileiros, conforme a situação atual bem comprova isso. Se na Mídia sempre estão a falar dele é porque ela lhe deve muito favor. Entretanto, o povo tem que lhe ser grato, porque, para substituí-lo no cume das providências deste país, ele escolheu alguém, também, que nunca mentiu e nunca vai mentir. Não é na Venezuela e sim aqui no Brasil é que o povo está “maduro” para exigir as verdades e mudanças na política, embora, atualmente nenhuma seja necessária, pois, tudo está ocorrendo favoravelmente. Se não estivesse, nossos deputados e senadores em quem tanto confiamos, estimamos e amamos como nossos irmãos, eles estariam em seus postos preparados para o que fosse conveniente mudar para o favorecimento deste povo tão inteligente que odeia a mentira e não vota em quem mente, mas, se algum mentiroso existisse neste país seria, além de raro, o maior escândalo do mundo.

                                                                                Altino Olimpio