domingo, 29 de maio de 2011

A sub-raça

No recente século passado poucos ouviram falar da estratégia de uma minoria ao querer criar por todo o mundo, a sub-raça humana. A diferença entre raça e sub-raça é que a primeira tem um grau de compreensão inatingível pela segunda. Os “ingredientes” para a formação dela são perceptíveis. Enfraquecer e mesmo distorcer a instrução, massacrar a população com entretenimentos mil, provocar a imoralidade, os falsos valores, banalizar o sexo, a violência e etc. Os meios áudios-visuais de comunicação das massas seguem esses propósitos. Propalados, o inútil e o fútil se transformam em importâncias. Quem tiver sido vitimado por parte ou por todos os “ingredientes” acima e conduzido que foi a afeiçoar-se ao banal pode ser a sub-raça desejada por aquela minoria. Pela internet, coincidências ou não, somos invadidos por outros nos transpondo suas imbecilidades e isso faz pensar se são... (risos). O objetivo do criar uma sub-raça (se for verdade, até existe leitura a respeito) seria refrear a sensibilidade ou percepção, o raciocínio e o discernimento do povo para mantê-lo subserviente ao sistema do domínio vigente. Pensando melhor, isso de sub-raça não existe. Prova que não é a epidemia dos telefones celulares. Em todos os lugares, públicos ou não, vemos seus usuários se comunicando sobre temas por demais importantes para eles mesmos e para a sociedade. O avanço intelectual do povo contradiz a utopia de tentar retroagi-lo mentalmente. Na política também, o germe da evolução está presente na raça. Lá ninguém tem e nem pode ter como prioridade seus próprios interesses. Talvez por isso o país tenha dificuldade de encontrar quem queira se candidatar a cargos públicos. Ninguém quer se macular. Isso só acontece onde existe uma super-raça.

Altino Olimpio